quarta-feira, 23 de maio de 2012

Os Três Princípios da Educação

segundo Sri Aurobindo:
O PRIMEIRO: Nada pode ser ensinado.
“Nada pode ser ensinado à inteligência que já não seja conhecimento 
oculto em potência na alma que desabrocha”  
Sri Aurobindo
O SEGUNDO: A mente tem de ser consultada em seu próprio crescimento.
“Cada um tem em si algo divino, algo bem seu, 
uma chance de perfeição e força em uma esfera por menor que seja, 
que Deus oferece a ele para pegar ou recusar. 
A tarefa é encontrar isto e desenvolvê-lo e usá-lo. 
O objetivo principal da educação deveria ser ajudar a alma em crescimento 
a extrair de si o que é o melhor 
e torná-lo perfeito para um uso nobre”
Sri Aurobindo


O TERCEIRO – Trabalhar a partir do que está perto para o que está distante,
 a partir do que é para o que deve ser.
“O passado é nossa fundação, o presente nosso material,
 e o futuro nosso objetivo e cume”.  
Sri Aurobindo
 POR QUE A ARTE COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO?
“O conjunto de música, artes plásticas e poesia 
é uma perfeita educação para a alma;
 elas tornam e mantêm seus movimentos purificados, 
autocontrolados,  fundos e harmoniosos.   
As artes são, quando adequadamente usadas, 
grandes forças educadoras e civilizadoras”.
Sri Aurobindo
Para Sri Aurobindo, a BELEZA é um aspecto do Ser Divino, 
tão importante quanto Poder, Conhecimento, Amor.
A arte impõe ordem e harmonia ao caos de materiais e possibilidades;
 expressa a necessidade humana de beleza, mesmo que pela negação da mesma.
A arte é instrumento privilegiado para o desenvolvimento, refinamento,
 integração dos vários aspectos  e planos do ser.
Sri Aurobindo identifica três niveis em que esta manifestação
 da consciência humana se expressa:
1° nível: função estética e de entretenimento;
2° nível: função educativa/ formadora;
3° nível: espiritual
Fonte:  http://www.casasriaurobindo.com.br/a_casa/historico/fundamentos.htm


terça-feira, 22 de maio de 2012

Johannes Brahms


Brahms recebeu a primeira instrução musical do seu pai, intérprete de violino, violoncelo e trompa. Aos seis anos, demonstrava um talento incomum, sendo encorajado a seguir a carreira musical e a apreciar a literatura inglesa e francesa e a literatura romântica alemã. Depois das aulas na escola, tinha lições de piano com Otto F. W. Cossel, que conseguiu fazê-lo se tornar aluno de Eduard Marxsen, o melhor professor da cidade. Brahms, ainda adolescente, começou a tocar piano nos bares próximos ao porto e em bordéis para obter alguma renda. Quando tinha oportunidade, também não deixava de se apresentar para a alta sociedade. Em quatro anos, tornou-se um dos mais famosos músicos de Hamburgo. Apresentava-se em concertos com algumas estrelas da música alemã, em especial um violinista chamado Joseph Joachim, intérprete de sucesso na época, que sugeriu a Brahms que deixasse Hamburgo para conhecer novos lugares. Sugestão aceita, a primeira cidade em que parou foi Weimar, onde Franz Lizst morava. Apesar da boa recepção, logo os dois se decepcionaram mutuamente. Suas preferências musicais não combinavam. Conta-se que Liszt, quando conheceu Brahms, tocou para ele sua nova peça, a Sonata em Si Menor. Ao final da apresentação, porém, Liszt viu que seu visitante tinha adormecido na poltrona. 
 Brahms seguiu para Bonn, onde conheceu o casal Schumann, tornando-se hóspede e amigo da família, chegando a se apaixonar por Julie, uma das filhas do casal. Contudo, o mestre Robert Schumann logo deixou claro para Brahms que não tinha nada para lhe ensinar. Quando Robert morreu, em 1856, Brahms iniciou uma peregrinação por toda a Europa, apresentando-se em concertos e procurando um emprego fixo. No ano seguinte, obteve o cargo de pianista e diretor de coro na corte de Detmold. Durante esse tempo não deixou de compor: esboçou uma sinfonia, criou várias peças menores e, em 1858, escreveu seu Primeiro Concerto para Piano, que estreou no ano seguinte, para uma fria audiência em Hanover. Em 1863, transferiu-se para Viena e se instalou como intérprete e compositor livre, mas acabou aceitando, em 1864, o posto de Diretor da Singakademie de Viena. Tornou-se uma figura quase folclórica. Com seu corpo pesado e uma grande barba branca, misturava na aparência, como na música, a severidade clássica com fugazes momentos líricos. Brahms cultivou, com exceção da ópera, todos os gêneros musicais. Na mocidade foi romântico e intimista, particularmente na música para piano e nos "lieder" (canções), mas poucas obras românticas subsistem porque Brahms tinha o hábito de destruir os originais que não resistiam à sua severa autocrítica. Em sua segunda fase, não-romântica (ou pós-romântica), seguiu Beethoven como modelo, mas não a ponto de continuar sua obra. Brahms, com seu espírito sóbrio, evitava inspirações, improvisações e alusões poético-literárias. Esse "formalismo" dificulta o acesso à sua música. O germanismo dificultou, durante muito tempo, a difusão de sua música no estrangeiro e fez com que os amantes de Wagner custassem a se render a Brahms. Sua terceira fase é o regresso às raízes do Renascimento e do Barroco, à tradição luterana, que aparecem na comovente composição "Réquiem Alemão", nas obras para coro e orquestra e outras. Suas composições, influenciadas por Bach e Haendel, apresentam uma surpreendente harmonia entre o classicismo e o romantismo. Em linhas gerais, a música de Brahms caracteriza-se pelo seu caráter melancólico, pela tensão concentrada e obscuridade, pelos ritmos sincopados e pela riqueza temática. 
Fonte:  http://educacao.uol.com.br/biografias/johannes-brahms.jhtm



 

sábado, 19 de maio de 2012

Para onde a Música está nos levando?


por Karla de Castro Parreiras Polanczyk

No mundo atual, somos invadidos e até mesmo agredidos com a música eletronicamente produzida. Tons mais puros e verdadeiros de instrumentos acústicos não chegam aos nossos ouvidos com muita freqüência. O renascimento da lira, no início do século XX, pelas mãos de Lothar Gaertner e Edmund Pracht, inspirados por Rudolf Steiner, traz essa qualidade de alimento anímico para o homem, atualmente tão carente de amorosidade, valores morais e espirituais.

A lira é o instrumento de cordas mais antigo conhecido pelo homem, e de acordo com alguns registros, data de 4000 anos. Existem, entretanto, registros arqueológicos bem mais antigos, encontrados em cavernas na França, sob forma de pinturas do que seriam talvez os “ancestrais“ mais antigos da lira e da harpa, datadas de 15.000 ac. No Egito antigo, a lira e a harpa eram consideradas instrumentos sagrados, sendo utilizada nos templos e nas escolas de mistério.

Em algumas narrativas antigas, aqui incluindo clássicos da antiguidade e a mitologia grega, atribui-se um efeito mágico ao som da lira. De acordo com a mitologia grega, o deus Hermes construiu a primeira lira a partir de um casco de tartaruga, que ele teria coberto com pele de animal. As liras são associadas às virtudes apolíneas, ao equilíbrio, à sabedoria e à moderação, em contraste com as gaitas dionisíacas, que representam o êxtase e a celebração. Ainda na mitologia grega, o som da lira de Orfeu domina as tempestades e as feras, acalma Caronte, e consegue até mesmo comover Plutão. É como se no mundo dos mortos soasse um alento de vida.

Desde o seu re-surgimento, a lira vem sendo utilizada na educação, principalmente nas escolas Waldorf, em hospitais, centros terapêuticos, salas de concerto e diferentes celebrações.

É um instrumento muito adequado para acompanhar poesia e canto. A palavra “lírico” deriva de lira, e é definida como sendo uma forte expressão pessoal de sentimentos. Pode ser tocada “solo”, ou acompanhada de outras liras e outros instrumentos. Desde o seu reaparecimento, obras conhecidas da literatura musical foram transcritas para a lira. Surgiram obras para grupos de liras, para canto acompanhado de lira, e para lira acompanhada de outros instrumentos.

A lira se encaixa muito bem em cerimônias religiosas ou situações em que a espiritualidade se faz presente. Possui timbres muito suaves, de cura, que parecem acariciar os ouvidos e a alma, trazendo uma qualidade celestial e espiritual para a nossa música.

Desde os mais remotos tempos, a lira é usada para a cura, incutindo uma sensação de bem estar e paz. Seu timbre suave é capaz de liberar tensões, stress e memórias passadas do corpo, da mente e da alma, de forma bastante segura e eficiente. A música flui através do paciente, agindo nos centros nervosos, em cada célula do seu corpo, acalmando, restaurando o equilíbrio e a paz interna, harmonizando e curando.

Em processos terapêuticos, a lira pode ser utilizada para complementar diferentes exercícios meditativos, nos quais a pessoa é guiada ou induzida numa atmosfera de confiança e encorajamento para mergulhar nos níveis mais profundos do ser. Diferentes trabalhos podem ser feitos em todas as idades, desde a mais tenra, quando podemos trazer a sutileza, a delicadeza e a atmosfera etérea do kântele e sua escala pentatônica, passando pelos adultos, já com a lira, com suas diversas variações de tamanho e modelo, e até os mais idosos, em estados crônicos, agudos ou terminais. No entanto, é

em idades mais avançadas, na opinião de Elisabeth Gaertner, que a lira tem seu maior valor terapêutico. Os tons surgem da lira como flores que se abrem suavemente, perfumando o ambiente, envolvendo a todos de forma muito delicada. O efeito dos tons pode suavizar sentimentos negativos, tornando a lira um instrumento bastante adequando para acompanhar os últimos e, algumas vezes, difíceis momentos da vida.

Trabalhos realizados com crianças com cuidados especiais, citados pelo músico-terapeuta Martin Jung, trazem evidências de que o som das liras (aqui incluindo os kânteles) tem uma influência particularmente harmonizadora sobre a criança. A criança ouve atentamente aquele som tão suave, e seu ritmo respiratório se altera para um padrão mais profundo e tranquilo.

Martin Jung cita ainda, como exemplo irrefutável da qualidade terapêutica das liras, o caso de uma criança de sete anos que sofria de hiper-atividade extrema e compulsiva. Durante um ataque compulsivo, sua pressão sanguínea baixava para níveis tão baixos, que sua vida ficava ameaçada. Para ajudar esta criança, no início de um destes ataques, ele apoiou o kântele (tenor) nas suas costas e o fez soar, de forma regular e vigorosa, começando com acordes mais baixos, subindo na escala e em seguida descendo, deixando que até o último tom, mais grave, terminasse de soar. A grande capacidade de ressonância desse instrumento atuou quase que imediatamente, harmonizando rapidamente a criança.

Suzanne Hanser, atualmente professora catedrática no Departamento de Musico Terapia no Berklee College of Music, em Boston, toca a lira para complementar o tratamento de seus pacientes com câncer. Sua pesquisa demonstra o quanto a música auxilia as pessoas a superar a dor e o stress. Enquanto ela toca sua lira, ela pede ao seu paciente que feche seus olhos e se concentre na imagem que a música traz, como árvores que “dançam” ao sabor de uma brisa, ondas que vem calmamente na direção de uma praia, ou uma chuva que cai suavemente. O som suave da lira harmoniza o ambiente, envolve o corpo e a alma do paciente, e favorece a criação de imagens que aliviam o sofrimento.
 

O que essa Música está me sugerindo?
Aonde está me levando?

...e os Devas da Música e do Canto...
Que vibrações estamos emitindo?



 AOS DEVAS DA MÚSICA
   Salve, Devas da Música!
  Vinde ao nosso auxílio.
  Cantai Vossas canções de alegria,
  enchei-nos de Vossa Divina Harmonia.
  Despertai-nos, para que escutemos Vossa voz.
  Afinai nossos ouvidos para Vosso canto,
  animai nossa música terrena com Vossa Luz.
  Participai conosco dos trabalhos da Terra,
  para que os homens ouçam as melodias que
cantais, além dos reinos do espaço e do tempo!

terça-feira, 15 de maio de 2012

FILME: Padre Pio de Pietrelcina

Padre Pio é a emocionante minissérie sobre a vida e a obra do padre italiano Francesco Forgione (1887-1968). Conheça todas as etapas da vida desse grande Ser e sua repercussão no mundo. Sua fé, seus estigmas, seus gestos de caridade e de ajuda aos desvalidos e a fundação da Casa do Alívio do Sofrimento, o maior hospital do sul da Itália. Filmado nas locações reais em que Padre Pio viveu.

 http://4megaupload.com/baixar-filme-padre-pio-dublado.html

Durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, o pão era racionado. No convento do Padre Pio havia sempre muitos convidados e pessoas pobres que iam até lá pedir comida. Um dia, os monges foram para o refeitório e perceberam que na cesta tinha aproximadamente um quilo de pão. Todos os irmãos rezaram e se sentaram antes de começar comer e o Padre Pio foi para a Igreja. Depois que um tempo que ele voltou com muitos pães nas mãos. O Superior perguntou para Padre Pio: "Onde você conseguiu os pães? " e Padre Pio respondeu:  "Um peregrino à porta me deu ". Ninguém falou, mas todo o mundo concluiu que só Padre Pio poderia encontrar esse tal peregrino.  

Uma filha espiritual do Padre Pio estava lendo uma carta dele a beira de uma estrada. O vento fez a carta voar e rolar por uma ribanceira. A carta já estava longe quando deixou de voar e caiu e ficou presa numa pedra. Desse modo foi possível recuperar a carta. No dia seguinte ela encontrou com o Padre Pio que lhe disse: "Você tem que prestar mais atenção no vento da próxima vez. Se eu não tivesse posto meus pés na carta ela teria se perdido”.

Não era necessário repetir a mesma pergunta a padre Pio, mesmo que mentalmente. O marido de uma boa mulher estava muito doente. A senhora corre para o convento, mas ela se perguntava: "Como chegar ao padre Pio?” Ela teria que esperar pelo menos três dias se quisesse conhecê-lo para uma confissão. Assim, durante a missa ela caminhava de um lado para o outro, contando para Nossa Senhora das Graças qual era o seu problema e pedindo, ao mesmo tempo, a ajuda do padre Pio. Assim, após o término da missa, cruzou novamente a igreja para falar com o padre Pio. Alcançou-o, finalmente, num corredor onde ele normalmente passava. Ao vê-la, padre Pio disse: "Mulher com pouca fé, quando você vai parar de me pedir ajuda? Você pensa que eu sou surdo? Você já me falou isto cinco vezes quando você estava na minha frente, atrás de mim, do meu lado direitoo e do meu lado esquerdo. Eu entendi! Eu entendi!... Vá para casa! Tudo está bem”. De fato, ela encontrou o seu marido curado.

Os camponeses de San Giovanni Rotondo se lembram com grande felicidade o evento seguinte: Estavam na primavera, as árvores de amêndoas floridas, enquanto estavam prometendo uma boa colheita. Mas infelizmente milhões de lagartas vorazes chegaram e elas devoraram as folhas e as flores, não deixaram se quer as cascas. Depois de dois dias tentando parar aquela invasão os camponeses estavam muito preocupados, porque para muitos deles as amêndoas eram o único recurso econômico - eles decidiram contar ao Padre Pio o problema. O Padre Pio teve uma bela visão das árvores pela janela dele no convento e ele decidiu as abençoar. Ele vestiu os vestuários sagrados e ele começou a rezar. Quando terminou, ele pegou a água benta e fez o sinal da Cruz, em direção para as árvores. Imediatamente as lagartas desapareceram, e no dia seguinte que as lagartas tinham desaparecido, as árvores de amêndoas, pareciam ter os brotos novamente. Era um desastre; a colheita estava perdida.  O que aconteceu então é realmente incrível!  Nós tivemos a colheita mais abundante. Como é possível que nós tivemos uma colheita mais abundante a que aquelas que nós normalmente tivemos? Nunca, em tempos normais nós tínhamos tido uma colheita deste modo. Os cientistas nunca puderam dar uma explicação a este fenômeno. 
 “Estamos todos sentados num banco baixo”

PADRE PIO

Padre Pio de Pietrelcina foi o primeiro sacerdote a ter impresso sobre o seu corpo os estigmas da crucifixão. 
Ele é conhecido em todo mundo como o "Frei"estigmatizado. 
Nasceu em Pietrelcina, num pequeno povoado da Província de Benevento, 
em 25 de maio de 1887.

LEVITAÇÃO
A levitação pode ser definida como o fenômeno no qual uma pessoa se eleva da terra e fica suspensa no ar e também pode ter o poder de elevar objetos. São José de Copertino, por exemplo, era famoso pelo dom de levitação e também como ele, Padre Pio de Pietrelcina tinha tais dons. Padre Pio era visto freqüentemente por seus irmãos enquanto ele se elevava do chão, durante a sua oração. Em Bari, cidade da Itália, durante a II Guerra Mundial se encontrava a sede do Comando da Força Aérea Americana. Muitos oficiais se dirigiam para ver o Padre Pio durante a guerra. Inclusive o general comandante foi protagonista de um episódio assombroso. Esse imponente oficial americano quis levar um esquadrão de bombardeiros para destruir um depósito de material de guerra alemão, que se localizava próximo a San Giovanni Rotondo. O general disse: “quando os aviões estavam próximos ao alvo, seus homens e ele viram no céu um monge com as mãos erguidas. As bombas foram cair nos bosques. Os aviões haviam mudado o percurso. Todos se perguntavam quem era aquele monge a que os aviões tinham obedecido. Alguém falou ao General que em San Giovanni Rotondo vivia um monge que fazia milagres e ele decidiu que assim que o país estivesse livre, ele iria verificar quem era o monge que eles tinham visto no céu. Depois da guerra o General foi ao convento dos capuchinhos com alguns pilotos. Entrando na sacristia ele se achou de frente com vários monges entre os quais ele reconheceu imediatamente o monge que tinha parado os seus aviões: era Padre Pio. Padre Pio caminhou ao seu encontro e ao chegar perto dele disse: "Então é você que quis matar todos nós." Iluminado pelo olhar e pelas palavras do Padre, o General se ajoelhou em frente a ele. Como de costume o Padre Pio tinha falado em dialeto, mas o General se convenceu que o monge tinha falado em inglês. Este era mais um dos dons do Padre Pio. 

CAMINHANDO PELO AR, NA IGREJA
Aqui está a história de Padre Ascânio: - "Nós estávamos esperando por Padre Pio que deveria vir confessar os penitentes. A sacristia estava abarrotada e todo o mundo olhava para a porta pela qual Padre Pio teria que entrar. A porta estava fechada, mas de repente eu vi Padre Pio caminhar acima das cabeças das pessoas, indo até o confessionário: posteriormente ele desapareceu. Depois de alguns minutos ele começou a confessar os penitentes. Eu não disse nada, e pensei que estava sonhando, mas quando o encontrei lhe perguntei: "Padre Pio, como você conseguiu caminhar acima das cabeças das pessoas? " Esta foi a engraçada resposta dele: "Posso assegurar-lhe minha criança, igual a caminhar no chão..."

BILOCAÇÃO
Padre Alberto que conheceu padre Pio em 1917 contou: "Eu vi padre Pio que se levantou em frente a uma janela enquanto eu estava olhando para a montanha. Eu cheguei para beijar a mão dele, mas ele notou minha presença. Eu notei que o braço dele estava rígido. Naquele momento eu ouvi que ele estava concedendo a absolvição a alguém. Depois de um tempo ele se sacudiu como se ele estivesse saindo de um sono. Ele me viu e me falou:” Você estava aqui, e eu não o notei!".Alguns dias depois um telegrama foi recebido de Torino (Itália). Naquele telegrama alguém agradeceu o superior do convento porque ele tinha enviado padre Pio a Torino (Itália) para ajudar uma pessoa que estava morrendo. Eu percebi que o homem estava morrendo no mesmo momento no qual padre Pio estava o abençoando em San Giovanni Rotondo. Obviamente o superior do convento não tinha enviado padre Pio a Torino (Itália) ele tinha estado lá em bilocação. 

“É loucura fixar o olhar no que rapidamente passa”.
(Padre Pio)

domingo, 13 de maio de 2012

Amor Humano e Amor Divino

(Mirra Alfassa) A Mãe


O amor é uma das grandes forças universais; 
existe por si mesmo e seu movimento é livre 
e independente dos objetos nos quais 
e através dos quais se manifesta.
O que você chama de amor, e pensa ser uma coisa individual e pessoal, 
é apenas sua capacidade de receber e manifestar esta força universal. 
Ele não é uma força inconsciente; é um poder sumamente consciente.
O amor é universal e eterno; está sempre se manifestando 
e sempre idêntico na sua essência. 
O amor, a força eterna, não tem apego ou desejo, 
não tem fome de posse nem ligação egoística;
é, no seu movimento puro, a procura da união do ser com o Divino, 
uma procura absoluta, indiferente a todas as outras coisas.
Para manifestar o amor Divino você deve ser capaz 
de receber o Amor Divino, 
pois somente podem manifesta-lo aqueles que 
por sua natureza são abertos a seu movimento natural.