M U S I C A
terça-feira, 29 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Os Três Princípios da Educação
segundo Sri Aurobindo:
O PRIMEIRO: Nada pode ser ensinado.
“Nada pode ser ensinado à inteligência que já não seja conhecimento
oculto em potência na alma que desabrocha”
Sri
Aurobindo
O SEGUNDO: A mente tem de ser consultada em seu próprio
crescimento.
“Cada um tem em si algo divino, algo bem seu,
uma chance de perfeição e
força em uma esfera por menor que seja,
que Deus oferece a ele para pegar ou
recusar.
A tarefa é encontrar isto e desenvolvê-lo e usá-lo.
O objetivo
principal da educação deveria ser ajudar a alma em crescimento
a extrair de si
o que é o melhor
e torná-lo perfeito para um uso nobre”.
Sri Aurobindo
O TERCEIRO – Trabalhar a partir do que está perto para o que
está distante,
a partir do que é para o que deve ser.
“O passado é nossa fundação, o presente nosso material,
e o futuro nosso
objetivo e cume”.
Sri
Aurobindo
POR QUE A ARTE COMO INSTRUMENTO
DE EDUCAÇÃO?
“O conjunto de música, artes plásticas e poesia
é uma perfeita educação
para a alma;
elas tornam e mantêm seus movimentos purificados,
autocontrolados, fundos e harmoniosos.
As artes são,
quando adequadamente usadas,
grandes forças educadoras e civilizadoras”.
Sri Aurobindo
Sri Aurobindo
Para Sri Aurobindo, a BELEZA é
um aspecto do Ser Divino,
tão importante quanto Poder, Conhecimento, Amor.
A arte impõe ordem e harmonia ao
caos de materiais e possibilidades;
expressa a necessidade humana de beleza,
mesmo que pela negação da mesma.
A arte é instrumento
privilegiado para o desenvolvimento, refinamento,
integração dos vários
aspectos e planos do ser.
Sri Aurobindo identifica três
niveis em que esta manifestação
da consciência humana se expressa:
1° nível: função estética e de
entretenimento;
2° nível: função educativa/ formadora;
3° nível: espiritual
Fonte: http://www.casasriaurobindo.com.br/a_casa/historico/fundamentos.htm
terça-feira, 22 de maio de 2012
Johannes Brahms
Brahms recebeu a primeira instrução musical do seu pai, intérprete de
violino, violoncelo e trompa. Aos seis anos, demonstrava um talento
incomum, sendo encorajado a seguir a carreira musical e a apreciar a
literatura inglesa e francesa e a literatura romântica alemã. Depois das
aulas na escola, tinha lições de piano com Otto F. W. Cossel, que
conseguiu fazê-lo se tornar aluno de Eduard Marxsen, o melhor professor
da cidade.
Brahms, ainda adolescente, começou a tocar piano nos bares próximos ao
porto e em bordéis para obter alguma renda. Quando tinha oportunidade,
também não deixava de se apresentar para a alta sociedade. Em quatro
anos, tornou-se um dos mais famosos músicos de Hamburgo.
Apresentava-se em concertos com algumas estrelas da música alemã, em
especial um violinista chamado Joseph Joachim, intérprete de sucesso na
época, que sugeriu a Brahms que deixasse Hamburgo para conhecer novos
lugares. Sugestão aceita, a primeira cidade em que parou foi Weimar,
onde Franz Lizst morava.
Apesar da boa recepção, logo os dois se decepcionaram mutuamente. Suas
preferências musicais não combinavam. Conta-se que Liszt, quando
conheceu Brahms, tocou para ele sua nova peça, a Sonata em Si Menor. Ao
final da apresentação, porém, Liszt viu que seu visitante tinha
adormecido na poltrona.
Brahms seguiu para Bonn, onde conheceu o casal Schumann, tornando-se
hóspede e amigo da família, chegando a se apaixonar por Julie, uma das
filhas do casal. Contudo, o mestre Robert Schumann logo deixou claro
para Brahms que não tinha nada para lhe ensinar. Quando Robert morreu,
em 1856, Brahms iniciou uma peregrinação por toda a Europa,
apresentando-se em concertos e procurando um emprego fixo.
No ano seguinte, obteve o cargo de pianista e diretor de coro na corte
de Detmold. Durante esse tempo não deixou de compor: esboçou uma
sinfonia, criou várias peças menores e, em 1858, escreveu seu Primeiro
Concerto para Piano, que estreou no ano seguinte, para uma fria
audiência em Hanover.
Em 1863, transferiu-se para Viena e se instalou como intérprete e
compositor livre, mas acabou aceitando, em 1864, o posto de Diretor da
Singakademie de Viena. Tornou-se uma figura quase folclórica. Com seu
corpo pesado e uma grande barba branca, misturava na aparência, como na
música, a severidade clássica com fugazes momentos líricos.
Brahms cultivou, com exceção da ópera, todos os gêneros musicais. Na
mocidade foi romântico e intimista, particularmente na música para piano
e nos "lieder" (canções), mas poucas obras românticas subsistem porque
Brahms tinha o hábito de destruir os originais que não resistiam à sua
severa autocrítica.
Em sua segunda fase, não-romântica (ou pós-romântica), seguiu Beethoven
como modelo, mas não a ponto de continuar sua obra. Brahms, com seu
espírito sóbrio, evitava inspirações, improvisações e alusões
poético-literárias. Esse "formalismo" dificulta o acesso à sua música. O
germanismo dificultou, durante muito tempo, a difusão de sua música no
estrangeiro e fez com que os amantes de Wagner custassem a se render a
Brahms.
Sua terceira fase é o regresso às raízes do Renascimento e do Barroco, à
tradição luterana, que aparecem na comovente composição "Réquiem
Alemão", nas obras para coro e orquestra e outras. Suas composições,
influenciadas por Bach e Haendel, apresentam uma surpreendente harmonia
entre o classicismo e o romantismo. Em linhas gerais, a música de Brahms
caracteriza-se pelo seu caráter melancólico, pela tensão concentrada e
obscuridade, pelos ritmos sincopados e pela riqueza temática.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/biografias/johannes-brahms.jhtm
sábado, 19 de maio de 2012
Para onde a Música está nos levando?
por
Karla de Castro Parreiras Polanczyk
No
mundo atual, somos invadidos e até mesmo agredidos com a música eletronicamente
produzida. Tons mais puros e verdadeiros de instrumentos acústicos não chegam
aos nossos ouvidos com muita freqüência. O renascimento da lira, no início do
século XX, pelas mãos de Lothar Gaertner e Edmund Pracht, inspirados por Rudolf
Steiner, traz essa qualidade de alimento anímico para o homem, atualmente tão
carente de amorosidade, valores morais e espirituais.
A
lira é o instrumento de cordas mais antigo conhecido pelo homem, e de acordo
com alguns registros, data de 4000 anos. Existem, entretanto, registros
arqueológicos bem mais antigos, encontrados em cavernas na França, sob forma de
pinturas do que seriam talvez os “ancestrais“ mais antigos da lira e da harpa,
datadas de 15.000 ac. No Egito antigo, a lira e a harpa eram consideradas
instrumentos sagrados, sendo utilizada nos templos e nas escolas de mistério.
Em
algumas narrativas antigas, aqui incluindo clássicos da antiguidade e a
mitologia grega, atribui-se um efeito mágico ao som da lira. De acordo com a
mitologia grega, o deus Hermes construiu a primeira lira a partir de um casco
de tartaruga, que ele teria coberto com pele de animal. As liras são associadas
às virtudes apolíneas, ao equilíbrio, à sabedoria e à moderação, em contraste
com as gaitas dionisíacas, que representam o êxtase e a celebração. Ainda na
mitologia grega, o som da lira de Orfeu domina as tempestades e as feras,
acalma Caronte, e consegue até mesmo comover Plutão. É como se no mundo dos
mortos soasse um alento de vida.
Desde
o seu re-surgimento, a lira vem sendo utilizada na educação, principalmente nas
escolas Waldorf, em hospitais, centros terapêuticos, salas de concerto e
diferentes celebrações.
É
um instrumento muito adequado para acompanhar poesia e canto. A palavra
“lírico” deriva de lira, e é definida como sendo uma forte expressão pessoal de
sentimentos. Pode ser tocada “solo”, ou acompanhada de outras liras e outros
instrumentos. Desde o seu reaparecimento, obras conhecidas da literatura
musical foram transcritas para a lira. Surgiram obras para grupos de liras,
para canto acompanhado de lira, e para lira acompanhada de outros instrumentos.
A
lira se encaixa muito bem em cerimônias religiosas ou situações em que a
espiritualidade se faz presente. Possui timbres muito suaves, de cura, que
parecem acariciar os ouvidos e a alma, trazendo uma qualidade celestial e
espiritual para a nossa música.
Desde
os mais remotos tempos, a lira é usada para a cura, incutindo uma sensação de
bem estar e paz. Seu timbre suave é capaz de liberar tensões, stress e memórias
passadas do corpo, da mente e da alma, de forma bastante segura e eficiente. A
música flui através do paciente, agindo nos centros nervosos, em cada célula do
seu corpo, acalmando, restaurando o equilíbrio e a paz interna, harmonizando e
curando.
Em
processos terapêuticos, a lira pode ser utilizada para complementar diferentes
exercícios meditativos, nos quais a pessoa é guiada ou induzida numa atmosfera
de confiança e encorajamento para mergulhar nos níveis mais profundos do ser.
Diferentes trabalhos podem ser feitos em todas as idades, desde a mais tenra,
quando podemos trazer a sutileza, a delicadeza e a atmosfera etérea do kântele
e sua escala pentatônica, passando pelos adultos, já com a lira, com suas
diversas variações de tamanho e modelo, e até os mais idosos, em estados
crônicos, agudos ou terminais. No entanto, é
em
idades mais avançadas, na opinião de Elisabeth Gaertner, que a lira tem seu
maior valor terapêutico. Os tons surgem da lira como flores que se abrem
suavemente, perfumando o ambiente, envolvendo a todos de forma muito delicada.
O efeito dos tons pode suavizar sentimentos negativos, tornando a lira um
instrumento bastante adequando para acompanhar os últimos e, algumas vezes,
difíceis momentos da vida.
Trabalhos
realizados com crianças com cuidados especiais, citados pelo músico-terapeuta
Martin Jung, trazem evidências de que o som das liras (aqui incluindo os
kânteles) tem uma influência particularmente harmonizadora sobre a criança. A
criança ouve atentamente aquele som tão suave, e seu ritmo respiratório se
altera para um padrão mais profundo e tranquilo.
Martin
Jung cita ainda, como exemplo irrefutável da qualidade terapêutica das liras, o
caso de uma criança de sete anos que sofria de hiper-atividade extrema e
compulsiva. Durante um ataque compulsivo, sua pressão sanguínea baixava para
níveis tão baixos, que sua vida ficava ameaçada. Para ajudar esta criança, no
início de um destes ataques, ele apoiou o kântele (tenor) nas suas costas e o
fez soar, de forma regular e vigorosa, começando com acordes mais baixos,
subindo na escala e em seguida descendo, deixando que até o último tom, mais
grave, terminasse de soar. A grande capacidade de ressonância desse instrumento
atuou quase que imediatamente, harmonizando rapidamente a criança.
Suzanne
Hanser, atualmente professora catedrática no Departamento de Musico Terapia no
Berklee College of Music, em Boston, toca a lira para complementar o tratamento
de seus pacientes com câncer. Sua pesquisa demonstra o quanto a música auxilia
as pessoas a superar a dor e o stress. Enquanto ela toca sua lira, ela pede ao
seu paciente que feche seus olhos e se concentre na imagem que a música traz,
como árvores que “dançam” ao sabor de uma brisa, ondas que vem calmamente na
direção de uma praia, ou uma chuva que cai suavemente. O som suave da lira
harmoniza o ambiente, envolve o corpo e a alma do paciente, e favorece a
criação de imagens que aliviam o sofrimento.
O que essa Música está me sugerindo?
O que essa Música está me sugerindo?
Aonde está me levando?
...e os Devas da Música e do Canto...
Que vibrações estamos emitindo?
AOS DEVAS DA MÚSICA
Salve, Devas da Música!
Vinde ao nosso auxílio.
Cantai Vossas canções de alegria,
enchei-nos de Vossa Divina Harmonia.
Despertai-nos, para que escutemos Vossa voz.
Afinai nossos ouvidos para Vosso canto,
animai nossa música terrena com Vossa Luz.
Participai conosco dos trabalhos da Terra,
para que os homens ouçam as melodias que
cantais, além dos
reinos do espaço e do tempo!
terça-feira, 15 de maio de 2012
FILME: Padre Pio de Pietrelcina
Padre Pio é a emocionante minissérie sobre a vida e a obra do padre italiano Francesco Forgione (1887-1968). Conheça todas as etapas da vida desse grande Ser e sua repercussão no mundo. Sua fé, seus estigmas, seus gestos de caridade e de ajuda aos desvalidos e a fundação da Casa do Alívio do Sofrimento, o maior hospital do sul da Itália. Filmado nas locações reais em que Padre Pio viveu.
http://4megaupload.com/baixar-filme-padre-pio-dublado.html
http://4megaupload.com/baixar-filme-padre-pio-dublado.html
Durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, o pão
era racionado. No convento do Padre Pio havia sempre muitos convidados e
pessoas pobres que iam até lá pedir comida. Um dia, os monges foram para o
refeitório e perceberam que na cesta tinha aproximadamente um quilo de pão. Todos
os irmãos rezaram e se sentaram antes de começar comer e o Padre Pio foi para a
Igreja. Depois que um tempo que ele voltou com muitos pães nas mãos. O Superior
perguntou para Padre Pio: "Onde você conseguiu os pães? " e Padre Pio
respondeu: "Um peregrino à porta me
deu ". Ninguém falou, mas todo o mundo concluiu que só Padre Pio poderia
encontrar esse tal peregrino.
Uma filha espiritual do Padre Pio estava lendo uma
carta dele a beira de uma estrada. O vento fez a carta voar e rolar por uma
ribanceira. A carta já estava longe quando deixou de voar e caiu e ficou presa
numa pedra. Desse modo foi possível recuperar a carta. No dia seguinte ela
encontrou com o Padre Pio que lhe disse: "Você tem que prestar mais
atenção no vento da próxima vez. Se eu não tivesse posto meus pés na carta ela
teria se perdido”.
Não
era necessário repetir a mesma pergunta a padre Pio, mesmo que mentalmente.
O marido de uma boa mulher estava muito doente. A senhora corre para o
convento, mas ela se perguntava: "Como chegar ao padre Pio?” Ela
teria que esperar pelo menos três dias se quisesse conhecê-lo para uma
confissão. Assim, durante a missa ela caminhava de um lado para o outro,
contando para Nossa Senhora das Graças qual era o seu problema e pedindo,
ao mesmo tempo, a ajuda do padre Pio. Assim, após o término da missa,
cruzou novamente a igreja para falar com o padre Pio. Alcançou-o, finalmente,
num corredor onde ele normalmente passava. Ao vê-la, padre Pio disse:
"Mulher com pouca fé, quando você vai parar de me pedir ajuda? Você
pensa que eu sou surdo? Você já me falou isto cinco vezes quando você
estava na minha frente, atrás de mim, do meu lado direitoo e do meu lado
esquerdo. Eu entendi! Eu entendi!... Vá para casa! Tudo está bem”. De
fato, ela encontrou o seu marido curado.
Os
camponeses de San Giovanni Rotondo se lembram com grande felicidade o
evento seguinte: Estavam na primavera, as árvores de amêndoas floridas,
enquanto estavam prometendo uma boa colheita. Mas infelizmente milhões
de lagartas vorazes chegaram e elas devoraram as folhas e as flores, não
deixaram se quer as cascas. Depois de dois dias tentando parar aquela
invasão os camponeses estavam muito preocupados, porque para muitos deles
as amêndoas eram o único recurso econômico - eles decidiram contar ao
Padre Pio o problema. O Padre Pio teve uma bela visão das árvores pela
janela dele no convento e ele decidiu as abençoar. Ele vestiu os vestuários
sagrados e ele começou a rezar. Quando terminou, ele pegou a água benta
e fez o sinal da Cruz, em direção para as árvores. Imediatamente as lagartas
desapareceram, e no dia seguinte que as lagartas tinham desaparecido,
as árvores de amêndoas, pareciam ter os brotos novamente. Era um desastre;
a colheita estava perdida. O que
aconteceu então é realmente incrível!
Nós tivemos a colheita mais abundante. Como é possível que nós
tivemos uma colheita mais abundante a que aquelas que nós normalmente
tivemos? Nunca, em tempos normais nós tínhamos tido uma colheita deste
modo. Os cientistas nunca puderam dar uma explicação a este fenômeno.
“Estamos todos sentados num banco baixo”
PADRE PIO
Padre Pio de Pietrelcina foi o primeiro sacerdote a ter impresso sobre o seu corpo os estigmas da crucifixão.
Ele é conhecido em todo mundo como o "Frei"estigmatizado.
Nasceu em Pietrelcina, num pequeno povoado da Província de Benevento,
em 25 de maio de 1887.
LEVITAÇÃO
A levitação pode ser definida como o fenômeno no qual uma pessoa se eleva da terra e fica suspensa no ar e também pode ter o poder de elevar objetos. São José de Copertino, por exemplo, era famoso pelo dom de levitação e também como ele, Padre Pio de Pietrelcina tinha tais dons. Padre Pio era visto freqüentemente por seus irmãos enquanto ele se elevava do chão, durante a sua oração.
Em Bari, cidade da Itália, durante a II Guerra Mundial se encontrava a sede do Comando da Força Aérea Americana. Muitos oficiais se dirigiam para ver o Padre Pio durante a guerra. Inclusive o general comandante foi protagonista de um episódio assombroso. Esse imponente oficial americano quis levar um esquadrão de bombardeiros para destruir um depósito de material de guerra alemão, que se localizava próximo a San Giovanni Rotondo.
O general disse: “quando os aviões estavam próximos ao alvo, seus homens e ele viram no céu um monge com as mãos erguidas. As bombas foram cair nos bosques. Os aviões haviam mudado o percurso. Todos se perguntavam quem era aquele monge a que os aviões tinham obedecido. Alguém falou ao General que em San Giovanni Rotondo vivia um monge que fazia milagres e ele decidiu que assim que o país estivesse livre, ele iria verificar quem era o monge que eles tinham visto no céu.
Depois da guerra o General foi ao convento dos capuchinhos com alguns pilotos. Entrando na sacristia ele se achou de frente com vários monges entre os quais ele reconheceu imediatamente o monge que tinha parado os seus aviões: era Padre Pio. Padre Pio caminhou ao seu encontro e ao chegar perto dele disse: "Então é você que quis matar todos nós." Iluminado pelo olhar e pelas palavras do Padre, o General se ajoelhou em frente a ele. Como de costume o Padre Pio tinha falado em dialeto, mas o General se convenceu que o monge tinha falado em inglês. Este era mais um dos dons do Padre Pio.
CAMINHANDO PELO AR, NA IGREJA
Aqui está a história de Padre Ascânio: - "Nós estávamos esperando por Padre Pio que deveria vir confessar os penitentes. A sacristia estava abarrotada e todo o mundo olhava para a porta pela qual Padre Pio teria que entrar. A porta estava fechada, mas de repente eu vi Padre Pio caminhar acima das cabeças das pessoas, indo até o confessionário: posteriormente ele desapareceu.
Depois de alguns minutos ele começou a confessar os penitentes. Eu não disse nada, e pensei que estava sonhando, mas quando o encontrei lhe perguntei: "Padre Pio, como você conseguiu caminhar acima das cabeças das pessoas? " Esta foi a engraçada resposta dele: "Posso assegurar-lhe minha criança, igual a caminhar no chão..."
BILOCAÇÃO
Padre Alberto que conheceu padre Pio em 1917 contou: "Eu vi padre Pio que se levantou em frente a uma janela enquanto eu estava olhando para a montanha. Eu cheguei para beijar a mão dele, mas ele notou minha presença. Eu notei que o braço dele estava rígido. Naquele momento eu ouvi que ele estava concedendo a absolvição a alguém. Depois de um tempo ele se sacudiu como se ele estivesse saindo de um sono. Ele me viu e me falou:” Você estava aqui, e eu não o notei!".Alguns dias depois um telegrama foi recebido de Torino (Itália). Naquele telegrama alguém agradeceu o superior do convento porque ele tinha enviado padre Pio a Torino (Itália) para ajudar uma pessoa que estava morrendo. Eu percebi que o homem estava morrendo no mesmo momento no qual padre Pio estava o abençoando em San Giovanni Rotondo. Obviamente o superior do convento não tinha enviado padre Pio a Torino (Itália) ele tinha estado lá em bilocação.
“É loucura fixar o olhar no que rapidamente passa”.
(Padre Pio)
domingo, 13 de maio de 2012
Amor Humano e Amor Divino
(Mirra Alfassa) A Mãe
O amor é uma das grandes
forças universais;
existe por si mesmo e seu movimento é livre
e independente
dos objetos nos quais
e através dos quais se manifesta.
O que você chama de amor, e pensa ser uma coisa individual e pessoal,
O que você chama de amor, e pensa ser uma coisa individual e pessoal,
é apenas sua capacidade de receber e manifestar esta força
universal.
Ele não é uma força inconsciente; é um poder sumamente consciente.
O amor é universal e eterno; está sempre se manifestando
O amor é universal e eterno; está sempre se manifestando
e sempre idêntico na sua essência.
O amor, a força eterna, não tem
apego ou desejo,
não tem fome de posse nem ligação egoística;
é, no seu
movimento puro, a procura da união do ser com o Divino,
uma procura absoluta,
indiferente a todas as outras coisas.
Para manifestar o amor Divino você deve ser capaz
Para manifestar o amor Divino você deve ser capaz
de receber o Amor Divino,
pois somente podem manifesta-lo aqueles que
por sua
natureza são abertos a seu movimento natural.
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